Uma vez escoteiro, sempre escoteiro: Maurício de Nassau relembra trajetória à frente de bandas do movimento

Em relato publicado nas redes sociais, músico e ex-dirigente recorda anos de dedicação ao escotismo e os momentos vividos à frente de bandas marciais em Belém.

Uma vez escoteiro, sempre escoteiro: Maurício de Nassau relembra trajetória à frente de bandas do movimento
Imagem: reprodução/ redes sociais

Uma história marcada por música, disciplina, amizade e dedicação ao Movimento Escoteiro foi relembrada por Maurício de Nassau em uma publicação nas redes sociais.


Em seu relato, Maurício recorda os anos em que esteve à frente da Banda dos Escoteiros da Região Norte, após receber o convite do então presidente e chefe Adonai do Socorro. Segundo ele, para assumir o comando da banda pelo 28º PA – Grupo Escoteiro General Figueiredo, precisou passar por uma preparação específica antes de iniciar a nova missão.


O período foi marcado pela convivência com diversas chefias e pela participação em atividades do movimento, experiências que, segundo Maurício, permanecem vivas em sua memória.


Posteriormente, ele também passou a comandar a Banda Marcial dos Escoteiros do Mar Nazaré – 7º PA, durante a gestão do presidente Miguel de Oliveira. Foram alguns anos de atuação até que Maurício chegou a assumir a presidência do grupo por um curto período.


A trajetória, porém, precisou ser interrompida em razão de outros compromissos profissionais e atividades que passaram a fazer parte de sua rotina.


Anos depois, a lembrança continua presente. Em sua publicação, Maurício lamentou que o chefe Miguel, que pretendia acompanhá-lo em um desfile, não tivesse condições de estar presente naquele momento.


Mais do que recordar dificuldades ou mudanças ocorridas ao longo dos anos, Maurício escolheu destacar os momentos positivos vividos dentro do escotismo e a importância das amizades construídas durante essa caminhada.


Ao final do relato, uma frase resume o sentimento que permanece após tantos anos:


“Uma vez escoteiro, sempre escoteiro.”


A história de Maurício representa também a memória de uma geração que encontrou nas bandas marciais uma forma de aprender, servir, criar vínculos e representar o movimento escoteiro por meio da música.


Portal Adonai do Socorro